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Ao longo de décadas o homem dedicou à mulher duas invenções que nos pedem atenção extra: uma, foi criada para restringir as petulantes tentativas de avanços femininos para além dos domínios do lar. A outra, para massagear as vulvas das senhoras.

Mais de um século depois de difundidas – e, no caso de uma delas, rejeitada pela medicina -, ambas persistem na sociedade, aprimoradas à sua maneira para que melhor sobrevivam aos novos tempos. E é curioso ainda que uma tenha sido inventada em decorrência da outra.

É um pouco do que mostra o filme Histeria (2011), em cartaz nos cinemas brasileiros. De acordo com as crendices (bastante favoráveis ao isolamento sócio-político da mulher naqueles tempos) durante o século 19, as manifestações de “histeria feminina” decorriam de “útero hiperativo” – por vezes de um útero que, de tão hiperativo, “saía do lugar”.

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De acordo com o mentor do jovem médico Joseph Mortimer Granville…

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